terça-feira, 19 de junho de 2018

Harpista Monica Cury participa do Requiem Rutter apresentado pelo Coro sinfônico do STBNB








A harpista Monica Cury participou de três apresentações do Requiem de John Rutter nos dias 07, 08 e 10 de junho de 2018 em Recife/PE. Apresentações pelo Coro sinfônico do Seminário Teológico Batista Norte do Brasil sob regência e direção da maestrina Hadassa Rossiter. Além de sua participação especial na harpa, estavam presentes outros solistas como Fabiano Menezes (violoncelo),  Mozart Ramos (Flauta)  e  Arthur Ortenblad (Oboé).





                                          Momentos antes da primeira apresentação do Requiem na Capela David Mein











As apresentações do Requiem ocorreram nos dias 07/06 às 20h na Capela David Mein, Faculdade STBNB (Rua Padre Inglês, 243, Boa Vista, no Recife), 08/06 às 19h na Igreja Batista do Cordeiro (Rua Nossa Senhora da Saúde, 83, Cordeiro, Recife) e no dia 10/06 às 15h  no Instituto Ricardo Brennand (Alameda Antônio Brennand, s/n, Várzea, Recife).





                                                                       
                                                                                    Primeira parte do Requiem




Sobre a obra:


Requiem é um cenário musical de partes do Requiem latino com salmos adicionados e versos bíblicos em inglês, concluídos em 1985. É escrito para soprano, coro misto e orquestra ou conjunto de câmara.

Cinco de seus sete movimentos são baseados em textos da Missa Requiem Latina, enquanto o segundo movimento é um cenário de "Out of the deep" (Salmo 130) e o sexto movimento é um hino O Senhor é meu Pastor (Salmo 23) Rutter havia escrito anteriormente. O primeiro movimento combina o Introit e o Kyrie, o terceiro é o Pie Jesu, com solo soprano. O movimento central é um Sanctus animado, seguido por Agnus Dei e finalmente Lux aeterna. No Agnus Dei e no Lux aeterna, Rutter combina o texto litúrgico latino com os versos bíblicos ingleses. Quatro dos movimentos do Requiem foram realizados pela primeira vez na Igreja Presbiteriana Fremont, Sacramento, Califórnia, em 14 de março de 1985. A primeira apresentação do trabalho completo foi na Igreja Metodista Unida de Lovers Lane, Dallas, Texas, em 13 de outubro de 1985. foi publicado em 1986 pela Oxford University Press.

O Requiem possui solos para violoncelo, soprano e oboé. Ele criou duas versões, uma para um conjunto de câmara e outra para orquestra. O conjunto consiste de flauta, oboé, tímpanos, glockenspiel, harpa, violoncelo e órgão, enquanto a orquestra tem 2 flautas, oboé, 2 clarinetes, fagote, 2 chifres, tímpanos, glockenspiel, harpa e cordas. Rutter estruturou o trabalho em sete movimentos, semelhante ao cenário de Gabriel Fauré. Um dos movimentos é o Senhor é o meu pastor, que ele havia escrito como um hino em 1976.









Sobre o Coro Sinfônico do STBNB:


O Coro sinfônico é um grupo coral recifense que pertence ao Departamento de Música do Seminário Teolágico Batista do Norte do Brasil (STBNB) desde 1962. Em sua formação, é integrado por uma seleção de professores, alunos e ex-alunos da casa, e também por pessoas da comunidade que demonstram interesse pela música coral.


Seus objetivos principais estão na divulgação da música coral de qualidade, evolução musical dos alunos e a divulgação do STBNB. O Coro cumpre um programa que se destina a pesquisar e apresentar novas composições sacras, assim como executar obras eruditas, populares e folclóricas, tendo em sua história performática, digna bagagem.








                                                                           Aplausos no fim das apresentações!!!!







Agradecemos sua visita!!! até a próxima!!!



sábado, 2 de junho de 2018

A Harpa na música dos negros norte-americanos



A harpa como todo instrumento musical pode ser tocada por qualquer pessoa, seja ela jovem ou adulta, pode ser usada para qualquer tipo de música isso levando em conta a necessidade do interprete. Ela se popularizou nas mais diversas comunidades e níveis sociais trazendo um diferencial nos seus estilos musicais.

Nos EUA a harpa também ganhou espaço nos grupos musicais formados por negros. Na maioria eram mulheres as responsáveis pela introdução da harpa na música negra.

Muito presente no som exotérico da Alice Coltrane, no swing do jazz da Dorothy Ashby  e da Olivette Miller.

Vejamos um pouco da história das harpistas negras que se destacaram no cenário musical norte-americano:




    Dorothy Ashby







Dorothy Jeanne Thompson nasceu em 6 de agosto de 1930 e partiu em 13 de abril de 1986, popularmente conhecida como Dorothy Ashby, era uma harpista e compositora de jazz norte-americano. Foi reverenciada como um dos maiores nomes do jazz em 1950, e a mais talentosa harpista de jazz moderno.

 Ashby firmou a harpa como seu instrumento de improvisação no jazz , provando que a harpa poderia ser muito além do que pensavam, de um instrumento orquestral "de fundo para efeitos sonoros" a harpa poderia ser tocada tão habilmente quanto os outros instrumentos associados ao jazz como o saxofone.

Ashby teve que superar muitos obstáculos durante a jornada de sua carreira. Como uma mulher negra musicista de uma indústria dominada por homens, ela estava em desvantagem. Em uma entrevista em 1983 com W. Royal Stokes para seu livro "Living the Jazz Life", a mesma comentou sobre sua carreira: "Talvez tenha sido um fardo triplo, pois muitas mulheres não estão se tornando conhecidas como musicistas de jazz. Há também a conexão com o público, que eu estava tentando alcançar mas não estavam interessados na harpa... e eles certamente não estavam interessados ​​em ver uma mulher negra tocando harpa."





                                                                                       primeiro álbum da Ashby




Os álbuns de Ashby eram sempre do gênero jazz, mas posteriormente quando mudou de gravadora aderiu a outros estilos, especialmente no seu álbum de 1970, The Rubaiyat, onde ela demonstra seus talentos em outro instrumento, o koto japonês, integrando-o com sucesso ao jazz.








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Alice Coltrane






Alice Coltrane nasceu dia 27 de agosto de 1937  e partiu no dia 12 de janeiro de 2007, também conhecida por seu nome adotado em sânscrito Turiyasangitananda ou Turiya Alice Coltrane, era harpista, cantora,  pianista, organista, e compositora. Foi esposa do saxofonista e compositor de jazz John Coltrane. Uma das poucas harpistas na história do jazz americano, ela gravou muitos álbuns começando no final dos anos 1960 e início dos anos 1970 para o Impulse e outras grandes gravadoras. 

Após a morte do marido, Alice continuou a transmitir a visão musical e espiritual, e começou a lançar discos como compositora e líder da banda que fazia parte. Seu primeiro álbum, A Monastic Trio, foi gravado em 1967. De 1968 a 1977, ela lançou treze discos completos. Com o passar dos anos, sua direção e performance musical se distanciou do jazz  e se enveredou no mundo espiritual mais cósmico.






Álbuns como Universal Consciousness (1971) e World Galaxy (1972) mostram uma progressão de uma formação de quatro peças para uma abordagem mais orquestral, com arranjos de cordas exuberantes e harpas executando "efeito cascata" !!!.

Até 1973 ela lançou músicas com o Impulse Records, o notável selo de jazz com o qual seu marido lançou muitos de seus últimos álbuns. De 1973 a 1978, ela lançou primeiramente na Warner Bros Records até se afastar dos olhos do público.









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Olivette Miller






Olivette Miller nasceu em 2 de fevereiro de 1914 em Illinois, filha de Bessie Oliver Miller, uma corista, e do ator, comediante, e escritor Flournoy Miller, o mesmo também foi co-autor e produtor do inovador musical da Broadway, “Shuffle Along”. Na famosa Striver's Row do Harlem, Miller se formou na East Greenwich Academy, um internato metodista privado em Rhode Island, em 1931 estudou música em Paris e na Juilliard.

Ela inicialmente planejava tocar em salas de concerto, mas depois de ser “mordida pelo bug do clube noturno” rsrsrsrsrs, ela resolveu se envolver com a música popular. A beleza estonteante e a vida amorosa de Miller a mantinham nos jornais quase tanto quanto suas performances em todo o país e no mundo.




Miller se apresentou com Lena Horne e uma jovem ainda não-superstar Dorothy Dandridge nos anos 1940, também em clubes noturnos de alto nível em Hollywood, Chicago e Nova York, fez algumas aparições no “The Ed Sullivan Show” nos anos 60. Ela se casou pelo menos seis vezes!!!. 

No início dos anos 90, ela teve uma pequena parte como empregada doméstica no filme “A Rage in Harlem”. Miller morreu em 27 de abril de 2003.




Fontes :

http://chad-org.webs.com/

https://www.wikipedia.org/




Agradecemos sua visita!!!

Até a próxima !!!



quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Repertório de música brasileira escrita originalmente para Harpa






Sobre repertório para harpa já lemos numa postagem anterior que há várias opções de obras, umas são originalmente escritas para harpa enquanto outras são adaptações ou transcrições.





Um repertório "harpístico" nacional, isso mesmo 100% brasileiro provavelmente você não verá com frequência harpistas executando, mas sim! existem obras de compositores brasileiros especialmente para harpa e são belas! as mesmas deveriam ser mais divulgadas para sua apreciação pública.


Na lista do repertório de música brasileira estudado/executado nas escolas de harpa do Brasil composto originalmente para Harpa temos por exemplo:


* Calimerio Soares        -  Mescla  


* Diva Lyra                    - Estudo de concerto        
                                     - Prelúdio IV     
           
  
* Gibran Helayel            - Fuga e Morte de Lampião e Maria


  
* Laura Maria Pumar      -  Miscelânea Cantigas de Roda 
                                      -   Berceuse





* Siqueira de Sá              - Fantasias 1,2,3,4,5 e 6 para Harpa solo
                                        - Duos :  Harpa e piano, Viola e Harpa, Vibrafone e  Harpa, Flauta e Harpa



* Maria Lourdes Campelo Ribeiro   - Três Valsinhas para harpa: Solidão, Encantamento, Inquietação
                                                          - Estudo nº 2 
                                                          - Estudo nº 3
                                                          - Estudo nº 4
                                                          - Estudo em Láb
                                                          - Duas suítes e três pecinhas


* José Orlando Alves          -  Fantasia para Harpa solo
                                             - Texturas Justapostas


                                   




* Murillo Santos           - Homenagem a Fauré


* Radames Gnatalli      - Concerto para harpa


* Ricardo Tacuchian     - Ritos


* Nelson de Macêdo         - Fantasia Poema para Harpa solo e Orquestra
                                          - Mini-Suíte Emília e o tempo







Em especial destacamos:



# Algumas compositoras da Escola Nacional de Música da UFRJ conterrâneas da Professora Acácia Brazil dedicaram algumas de suas obras harpísticas à ela...ficou bem evidente na dedicatória inscrita no cabeçalho desta partitura da foto abaixo!



 


Harpista Gustavo Beaklini executando um estudo para harpa da Maria Lourdes Campelo Ribeiro







# Gibran Helayel natural do Rio de Janeiro, é guitarrista, compositor e regente de coros. Estudou violão com José Paiva, Monina Távora e estudou harpa com Acácia Brazil !!!.

A sua obra Fuga e Morte de Lampião e Maria contém quatro movimentos: Correria, Sono Cortado, Ladainha e A Lenda, o compositor tenta descrever sonoramente os últimos momentos de Lampião e Maria que são histórias e lendas bem presentes no imaginário dos músicos e repentistas nordestinos.
 
Essa composição ganhou o 2º Prêmio no III Festival Rochas Internacional de Composição para harpa, realizado em outubro de 1989 em Assunção com o apoio cultural da Aliança Francesa do Paraguai.




Harpista Gustavo Jiménez executando 1ºmov ( Correria ) de Fuga e Morte de Lampião e Maria







Agradecemos a Professora de harpa da UFPB Monica Cury  e sua aluna do Bacharelado em harpa Cristiane Braz  por fornecer parte do material apresentado nesta postagem. Este tema fez parte de um trabalho de pesquisa desenvolvido na graduação.

Também agradecemos a você pela visita!!! tchau!!!


domingo, 17 de dezembro de 2017

Grupo de Harpas da UFPB se apresenta na abertura da Exposição Matéria e Cromo










O Grupo de Harpas da UFPB se apresentou nessa quarta-feira dia 6 de dezembro na abertura da Exposição Matéria e Cromo do Artista Otávio Maia.

                                
A apresentação aconteceu na Igreja São Francisco em João Pessoa PB às 20:00hs.





Liderança: Harpista Monica Cury

Alunos: Cristiane Braz, Christiane Alves e Renan Mendes.


Vejamos os preparativos e em seguida alguns vídeos das apresentações...




































                                                                                     Les Agneaux Dansent Marcel Grandjany




                                                               
                                                                                              Down by the Sally Garden 

 

 

                                                                                                         Orfeo - Marco Giau

 

 

                                                                                                       Rêverie - Marcel Grandjany






                                                                   O sonho do pequeno vagalume - Antonio Celso Ribeiro





domingo, 19 de novembro de 2017

A cantora e harpista Laura Perrudin (França) participou da MIMO Festival 2017








A cantora e harpista francesa Laura Perrudin participou da MIMO Festival 2017 no Rio de Janeiro e em Pernambuco estado onde se iniciou o festival. 

Ela apresentou várias obras e também participou do workshop  por tema "Tecnologia como ferramenta para a composição ", esse workshop aqui em Pernambuco foi realizado no CPM - Conservatório Pernambucano de Música, no Recife dia 17/11/2017 às 10:00hs, foi possível se inscrever no site para garantir uma vaga como aluno ou ouvinte.

Ela abordou seus processos criativos, usando aplicações de técnicas de improvisação como ferramenta para compor utilizando novas tecnologias, que permitem expandir as possibilidades timbrísticas e sonoras do compositor. A aula se destinou a instrumentistas de nível avançado, compositores e compositores/instrumentistas.






Sobre a Laura Perrudin

A jovem Laura é harpista, compositora e cantora de voz cristalina, que mais parece a extensão de seu instrumento, a mesma causou impacto junto ao público e à crítica (“Le Monde”, “Les Inrocks” e BBC) com o álbum de estreia, “Impressions”, em 2015. 

Foi destaque do Talents Adami Jazz 2017, ela constrói um universo singular, por meio de sua harpa elétrica, inspirada pelo jazz, hip hop, soul, eletrônica e a música tradicional de diferentes regiões do mundo. Revela as afinidades entre essas linguagens distintas, por meio de ricas estruturas harmônicas e melodias originais e, por vezes, agrega a sua música moderna a poemas de autores ilustres, como Blake, Yeats e Joyce. No recém-lançado “Poison set antidotes”, aventura-se em paisagens sonoras que evocam de Björk e Portishead a Debussy, Ravel e Wayne Shorter.

 Fonte https://mimofestival.com/brasil/artista/laura-perrudin/








quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Konghou a harpa chinesa



                            





  O konghou é uma antiga harpa chinesa, que também é conhecida como kanhou, ela tornou-se extinta na dinastia Ming, mas foi reutilizada no século XX, esta versão moderna do instrumento não é igual a antiga, mas sua forma é parecida com as harpas de concertos ocidentais.



  O wo-konghou, ou o konghou horizontal, foi mencionado pela primeira vez em textos escritos no período de Primavera e Outono (770-476 aC). O su-konghou, ou o konghou vertical, apareceu pela primeira vez na Dinastia Han Oriental. O konghou de cabeça de phoenix foi introduzido da Índia na Dinastia Jin Oriental.
O konghou foi usado para tocar yayue (música de corte) no Reino de Chu. Durante a Dinastia Han, o konghou foi muito usado em qingshangyue (um gênero musical chinês). Começando na Dinastia Sui, o konghou também foi usado em yanyue (música de banquete).  





  Os tempos de popularidade do Konghou foi mais prevalente nas dinastias Sui e Tang. Geralmente era tocado em ritos e cerimônias e gradualmente saiu da corte e prevalecendo entre pessoas comuns. O instrumento foi adotado nos tempos antigos na Coréia, onde se chamava gonghu mas hoje não é mais usado lá. 


 
 


  Da mesma forma, o kudaragoto também chamado de kugo do Japão, era  usado em algumas performances de Togaku (música Tang) durante o período de Nara, posteriormente sendo esquecido no final do século X. Recentemente foi reutilizado no Japão, o compositor japonês Mamoru Fujieda compôs especialmente para este instrumento. Tomoko Sugawara encomendou um harpa kugo ao fabricante Bill Campbell e ganhou uma indicação ao Independent Music Awards pelo seu álbum de 2010, ao longo da Estrada da Seda explorou obras tradicionais e recém-escritas para o instrumento.




  A característica principal que distingue o konghou contemporâneo das harpas ocidentais é que as cordas do konghou são organizadas em duas fileiras, o que permite que os musicistas  usem técnicas orientais peculiares como vibrato e tons de flexão. As cordas emparelhadas nos lados opostos do instrumento estão afinadas com a mesma nota, elas começam a partir de uma peça de ajuste e além da área usada para dedilhar  pode-se deslizar sobre duas extremidades nos lados opostos do instrumento de modo que possa pressionar um dos pares de cordas passando assim de um tom para o outro. 



  
 Veja a performance do harpista Sylvain Blassel tocando Clair de Lune do Debussy numa Konghou.






domingo, 1 de outubro de 2017

harpa doppia - a harpa barroca italiana




                                         


Harpa Doppia, harpa tripla, harpa barroca italiana...esses nomes referem-se ao mesmo instrumento musical peculiar que surgiu em meados do século XVI na Itália e que se popularizou em outros países da Europa como Espanha, Gales, Inglaterra, e França.



A harpa doppia fora desenvolvida em resposta da crescente necessidade por acidentes à medida que a música se tornara ainda mais cromática em 1500.  No início eram com duas fileiras de cordas, mais tarde tinham três fileiras de cordas paralelas. As cordas externas são de notas diatônicas (naturais), enquanto a fileira central contém os semitons.

                                                    



Uma harpa doppia pode ser dupla ou tripla, o nome se refere não apenas às múltiplas linhas, mas também ao seu tamanho (aproximadamente duas vezes maior do que a antecessora, a harpa gótica) e ao fato de que ela tem um maior registro de graves. A harpa tripla foi rapidamente adotada pelos harpistas gauleses que moravam em Londres durante o século XVII. Essa harpa era tão popular que no início do século XVIII a harpa tripla era  conhecida como "harpa gaulesa".  Uma descrição importante da harpa tripla gaulesa é dada pelo harpista John Parry (Bardd Alaw) (1776-1851) no prefácio ao segundo volume de sua coleção, The Welsh Harper (Londres, 1839).


Hoje em dia a maioria dos harpistas que se dedicam a harpa doppia se concentra na Europa. É quase raro ver um recital  deste exemplar fantástico que nos transporta a uma atmosfera renascentista.

















Fontes:

http://www.harpspectrum.org/folk/riley_short.shtml

https://www.constanceallanic.com/arpa-doppia

https://commons.wikimedia.org/wiki/Category:Triple_harp

https://books.google.com.br/books?id=ZxOXjPpzkG8C&pg=PA320&lpg=PA320&dq=harpa+doppia&source=bl&ots=-veaIcIEkP&sig=KNwFgzps6j0NOidingLCkQPeqNQ&hl=pt-BR&sa=X&ved=0ahUKEwj0tr3fhvPVAhVMIpAKHZjnChoQ6AEIZTAQ#v=onepage&q=harpa%20doppia&f=false